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30/05/2005 14:44
Luz que banha pele inocente,
meus dentes ruge,
meu pênis? . . . de elefante,
um metro e trinta e cinco de puro orgasmo e suor.
Sua, sua . . .
Sofre, sofre . . .
Goza, goza . . .
Estuprar em sonhos almas inocentes,
usurpar delas, extrair seu carater difamado
e cuspir para dentro de si,
todos os resquícios de sujeira.
Tê-la em câncer e deixá-la-o comer,
é como queimar corpo em destilado barato . . .
desfrutar . . .
e que o útero do relógio coma
nossas vidas anedóticas, nossas vidas
de porcos voadores.
Eu, . . . e meu pênis de elefante, rasgando
ela, com sua vagina de cadela.
enviada por Sandro
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